BooBooseiras Parte #22
Oi boomad’s. Hoje temos a #22 parte do boobooseiras. Eu nem tenho o quê comentar. Na verdade, eu nunca tenho. Acho que eu vou parar de escrever essa introdução. Bom,
Booboo Made in China
Era uma vez, um garoto chamado Booboo (sempre). E em um certo dia, ele não tinha absolutamente nada para fazer, então resolveu encher a mãe dele.
“Manhê!” Booboo saiu gritando pela casa, atrás da mãe.
“Quê é, moleque?” A tia Renee gritou do banheiro. O Booboo (como toda criança) não dava sussego a mãe nem mesmo quando estava no banheiro fazendo força.
“Mãe, eu não tenho nada para fazer! A Maegan saiu com a Sage, a Fivel estava me perceguindo e eu joguei spray de pimenta no olho dela; Acho que ela ainda está se contorcendo no chão da cozinha. E o pai está deitado no sofá, roncando... Não tem nada para eu fazer nessa casa!” mas na minha tem :9 Booboo disse do lado de fora do banheiro.
“Então vai lavar a louça.” Renee disse, puxando a descarga.
“Eu já lavei, mãe.” Mentira.
“Então vai varrer lá fora, dar água para sua cadela, arrumar seu quarto… tanto faz!” A mãe do Booboo já estava ficando irritada com aquela conversa. E olha que ela mal começou.
“Mas eu já fiz tudo isso, mãe. Não tem outra coisa para eu fazer, não?” A Renee saiu do banheiro, e o fitou incrédula. Ela respirou fundo, e disse:
“Quer saber, vai para China, garoto!” E caminhou para a cozinha. Caramba, a tia Renee estava estressada mesmo. Mas o Booboo seguiu ela.
“Então pelo menos me dê dinheiro para comprar uma passagem de avião.” Booboo disse, aumentando o tom de voz. A Renee parou e se virou, fitando o seu filho com uma profunda raiva.
“Booboo, saia daqui agora! Antes que eu enfie esse dinheiro no se…“ Renee dizia, quando a Debby entrou na cena.
“Oi, gente. Estou atrapalhando alguma coisa?” não, imagina. Debby disse, abrindo um sorriso muuuuito bonito que devia ser falso que provavelmente deixou o Booboo caidinho por ela.
“Não, não está não!” Booboo disse com uma voz fofa, mas a tia Renee empurrou ele pro chão, e disse:
“Ah, está sim, Debby. Então volta para sua p!@# de casa e nos deixe em paz!” Essa é a minha Renee… A Debby se sentiu muuuito magoada, mas ela não podia fazer nada, como tacar um faca na cabeça da Renee porque ali nem era a casa dela, e ela estava atrapalhando mesmo. Então ela saiu de fininho, e voltou para a casa.
“Mãe, por que você fez isso? Magoou os sentimentos dela. Ela também sente, sabia? Agora ela nunca mais vai falar comigo!” Essa é a intenção, meu caro. Booboo se levantou e foi para o quintal atrás deDebby, mas ela não estava mais lá. Então ele resolveu fazer o quê a mãe mandou, e ir para a China. Só que quando ele voltou para pedir dinheiro com a mãe, ela estava com uma bazuca na mão, então ele resolveu não arriscar e cavar um buraco até a china mesmo.
Como o Booboo é um menino muito esperto, ele resolveu cavar o buraco com um copinho de plástico. Porque copinhos, aparentemente, são melhores para cavar do quê pás. Então ele foi até um terreno vazio, e começou a cavar.
Aí ele cavou…
Cavou…
Cavou…
E cavou mais um pouquinho…
E mais um pouquinho…
Cavou de novo…
Cavou…
C-A-V-O-U…
E cavou…
E enfim, ele percebeu que ainda estava em casa, e só tinha cavado um metro de profundidade. Nem a Sage cabia direito dentro desse buraco.
Então ele continuou cavando…
E cavou…
Cavou sem parar…
Cavou sem comer…
Só cavou…
Depois de seis dias e seis noite, ele descansou.
Aí depois do sétimo dia, ele continuou cavando…
E cavando…
Tá, já deu para entender que ele cavou muito.
Até que enfim, ele realmente tinha chegado na China. Ou parecia ser a China, porque do buraco da onde ele saiu, tinha vários garotinhos japas como ele. E ele se sentiu em casa.
“Ni hao, choulòu de háizi.” (Eu procurei isso no google então deve estar super errado.) Disse um garotinho. É, ele tinha chegado na China.
“Desculpe, eu não falo Chinês. Muito menos português, mas o Boobooseiras tem que ser em português para as brasileiras entenderem.” Booboo disse, saindo do buraco com o seu copinho.
“Mas eu falo o seu idioma. ” O menino japinha disse.
“Ah, claro. Eu sou o Booboo, e eu venho dos EUA. Aqui é a China?“
“Não, aqui é uma concentração de Chineses na América. Claro que é a China, mané!” Esse menino não tinha nenhum senso de humor.
“Ah, obrigado!” Booboo disse, olhando em volta e procurando alguma coisa para fazer na China. Ele tinha visto uma casa de Karaokê, e resolveu ir lá e soltar a voz.
“Ei, mané. Não vai me pagar pela informação? Cinco dolares por eu ter te informado que aqui é a China.” O garotinho disse, esticando uma mão vazia para o Booboo.
O Booboo não tinha dinheiro naquele momento. Porque ele era tão esperto, que foi para a China sem a carteira.
“Eu não tenho nada, mas quer um copinho?“
Bom, depois de apanhar muito do menininho, Booboo foi para a casa de Karaokê.
“E aí, galera. Cheguei!” O Booboo abriu a porta da casa, mas ele percebeu que só tinha idosos cantando ali.
“Ta shuo dehuà? Wo ting bù dong!” Uma velhinha gritou do palco.
“Eu – não – falo – seu – idioma! Eu – não – posso – te – entender. ” Booboo tentou fazer mimica para a velhinha. Mas do mesmo jeito ela não entendeu nada. Só que nessa mimica, o Booboo fez um sinal com a mão que os chineses não gostam muito de ver. Então a velhinha desceu do palco e caminhou até o Booboo com uma cara amedrontadora. Tãtãtãtãtã…*momento filme de terror*
“Saia daqui agora! Antes que eu enfie esse microfone no se…” A velhina não disse isso, mas foi o quê o Booboo entendeu. Antes que a velhinha terminasse a frase, uma menina identica a Debby só que com olhos puxados entrou na cena.
“Bùyào chùmo qióngrén wu zhê zhànshì!” A garota disse, abrindo um sorriso muuuuito bonito que devia ser falso também e que deixou o Booboo caidinho por ela. A velhinha se afastou com o seu microfone do mal e deixou o Booboo em paz. Mas pelo que ele tinha entendido (nada) ele não podia mais aparecer naquela casa.
“Olá, eu sou a Dài bi Ruìan!” A garota disse. Pelo menos alguém falava português naquele lugar.
“Ah, esse nome me é familiar… mas eu não lembro de onde. Bom, eu sou o Booboo!” Booboo beijou a mão dela, como um cavalheiro. Mas na China não era muito comum as pessoas fazerem isso, e uma mulher super parecida com a Renee viu Booboo fazendo isso e deve ter achado que ele estava fazendo outra coisa com ela.
“Bié pèng ta, ní báichi.” A mulher disse, empurrando o Booboo para o chão, e mandando a Dài bi para casa. Pelo menos foi isso que o Booboo entendeu.
Agora o Booboo estava sozinho de novo em um país estranho.
Até que então, ele viu uma lanchonete de frutos marinhos. E como ele estava com fome, não se importava com o quê ia comer. E muito menos com o quê ele ia pagar.
” E aí, galera. Cheguei!” O Booboo entrou na lanchonete todo feliz.
“Olá, garoto americano.” Uma garçonete disse. Uma garoçonete identica a Fivel, só que com o olho mais puxado ainda. Pelo menos ela sabia falar português. “O que você deseja?”
“Um copo de Coca-Cola” Booboo disse. A garçonete caminhou até o balcão para preparar o pedido.
“Aqui está!” A garçonete trouxe a Coca.
“Obrigado!” Booboo disse, e levantou o copo para si mesmo.”Tim tim”
Bom, acho que vocês sabem o quê Tim tim significa.
Quando a garçonete estava se aproximando dele com um garfo *momento filme de terror de novo* ele espirrou o molho de pimenta que estava em cima da mesa nela. E ela caiu no chão, se contorcendo.
O Booboo começou a rir dela, e saiu da lanchonete antes que mais alguma coisa acontecesse.
Enquanto ele caminhava pela rua da China, ele viu uma multidão de pessoas correndo em sua direção. Sim, eram as boomad’s da China. Só que elas eram feias. Porque orientais não têm corpo como as brasileiras, mas tudo bem. E elas vinham em uma sua direção. * momento filme de terror mais uma vez*.
Enquanto Booboo corria das fãs, ele viu o buraco que tinha cavado no meio da rua. E pulou nele. (obrigada, booboo. preciso terminar esse boobooseiras porque os meus dedos estão doendo de digitar rápido) Depois de cair por uma hora, Booboo finalmente chegou na América.
Ele saiu do buraco, super feliz, porque foi viajar para a China. Só que ele estava sujo de terra, com um olho roxo, e morrendo de fome, mas como no fundinho ele é brasileiro, ele estava muito feliz.
E ele decidiu que na próxima semana ( e na próxima boobooseiras) , ele vai á mais uma aventura para a China. E aproveitar que o buraco ainda está aberto.
Fim.
Continuação do Boobooseiras Parte #21
Bom, na semana passada, eu falei sobre coisas revoltantes que acontecem com o Booboo. E eu esqueci de falar uma coisa super importante: O porquê que o Booboo está dando aulas de Karatê para a Debby.
Imaginem o Booboo dando aulas de Karate para a Debby. Na minha opinião, para você dar aula de karate para alguém, você tem que ser próximo dessa pessoa. O meu professor de karate era intímo da minha família. Então o Booboo tem que ser intímo da Debby… Mas tudo bem. No karatê, você tem que fazer bases. Bases, são tipo, a “pose” que você faz com as pernas para sustentar o seu golpe. E você tem que ter uma base muito boa. E do jeito que a Debby é destranbelhada e lesada, ela não vai conseguir. Só imaginem: O BOOBOO PEGANDO NA PERNA DA DEBBY PARA ARRUMAR A BASE DELA! Não pode, booboo. Você tem 16 anos, e vai pensar besteiras. Então não pegue na perna dela, tá legal? Na verdade, você nem vai pegar na perna dela, você vai pegar na coxa dela. E não pode! O que dá se você deixar um garoto de 16 anos, numa sala, com uma garota de 17 anos, com hormônios á flor da pele, treinando Karatê… NÃO DÁ CERTO! Booboo, não dê aulas de Karatê para ela não, ok? Você não quer perder o seu pintinho, não é? Então seja um bom garoto u_u tchau.










a mei o booboseiras,lembrou um poko a minha mae comigo nesta semana de ferias!!(to falando serio)e a continuaçao do boobooseiras parte 21 me traumatizou pois me fez imaginar a cena dele pegando na coxa dela e olhando pro meio entre as duas coxas.e sabe la o q a deby vai kerer fazer dps(quem sbe brincar de medico,ou de mamae e papai)NAO ISTO NAO PODE ACONTECER!!!
Adorei a boobooseiras
e adorei a continuação da boobooseiras #21
muito boas parabéns!